numa madrugada de vento, poesia e vontades…
(na varanda da nossa imaginação)
Soundtrack: Sous Le Vent - Celine Dion & Garou
Soundtrack: Fix You - Coldplay (movie - Wall-E)
Seg 30 Nov 2009
numa madrugada de vento, poesia e vontades…
(na varanda da nossa imaginação)
Soundtrack: Sous Le Vent - Celine Dion & Garou
Soundtrack: Fix You - Coldplay (movie - Wall-E)
Sáb 28 Nov 2009
Só vou para a sua discotecagem no Pelourinho, terça-feira, com três condições, sr. Mag:
01. O senhor lembrar de todas as cláusulas do seu relacionamento, sendo que você já foi avisado que não me encaixo em nenhuma delas, ao me abraçar;
02. Caldo de cana em pé no balcão. ![]()
03. Passar um cdzinho de mp3 com músicas para correr, tipo aquelas, ora mentos!
Sex 27 Nov 2009
Onde navego é silêncio.
Sangue na veia, oceano,
O espírito dos mortos
Construindo trincheiras.
Frente a frente
Riscas na areia o limite,
Há um pássaro entre nós.
Morto: o destino nas vísceras.
Decifro-te.
A escritura dos lábios
Como pólem nas unhas.
Pérgamo é onde viajo,
Água lustral.
No teto há dois demônios pintados.
O grito das cacatuas
É um sinal de perigo.
Esquece-me se puderes.
Sombras brancas no abismo
Desenham-me o teu signo.
Seguiremos juntos
Divididos, constantes.
Não serei como sou.
Me exorcizas. Sigo.
“Jurei mentiras e sigo sozinho
Assumo os pecados
Os ventos do norte não movem moinhos
E o que me resta é só um gemido
Minha vida meus mortos meus caminhos tortos
Meu sangue latino
Minha alma cativa
Rompi tratados traí os ritos
Quebrei a lança lancei no espaço
Um grito, um desabafo
E o que me importa é não estar vencido”
Soundtrack: Sangue Latino - Secos e Molhados
Soundtrack: Sangue Latino - Ney Matogrosso (Ao Vivo)
[ Recado Direcionado ]
Obrigada pelo lindo presente, Tigre.
Só você mesmo para alegrar a minha madrugada.
Sei que foi de coração, e sei que durante todos esses anos me acompanha.
Vejo suas pegadas por onde passo.
Qui 26 Nov 2009
Um mundo de cores, onde as palavras se destacam. Uma palavra rosa num fundo lilás, uma palavra cinza num fundo vermelho, uma palavra azul num fundo verde. Uma palavra laranja num fundo vermelho, uma palavra pêssego num fundo preto, uma palavra cereja num fundo maçã. Um mundo de cheiros, onde as vozes se destacam. Um mundo de cortinas, onde as janelas permanecem fechadas. Um mundo fechado. Uma pessoa isolada. Sentindo cheiros, escutando frutas pingando palavras. É a torneira aberta. Uma pessoa falando. Pingando laranjas, escorrendo maçãs, pintando cerejas. Abrindo compotas de sentimentos pelo corredor da alma.
Um mundo trancado, uma sala fechada, uma porta que se abre, uma pessoa que levanta e sai sem despedidas. Um telefone que toca, uma pessoa que sai, três pessoas permanecem sentadas falando. Entre si. Eu ando pelos corredores, olho dentro da sala, espero. Um copo de água, um pedaço de chocolate, água com gás, água de coco, a minha vez de falar. Espero. Eu me distraio enquanto ouço. A água escorrendo, as janelas lá fora, os vídeos aqui dentro me esperam.
Eu quero ficar sentada lá fora, não aqui dentro, eu quero a banheira do andar de baixo, eu espero. Sair daqui o mais rápido possível. Onde cada frase deve ser estudada, eu não quero ser estudada, prefiro o fundo com palavras em cor. Prefiro essas flores reais, não as digitalmente fotografadas. Prefiro as flores na esquina ou o silêncio dele parado na porta. Sim, estou falando dos vídeos, o que eu tenho a aprender com os pêssegos e os cacaus? O que eu preciso descobrir nesse mundo? Onde eu encontro as cores e como devo amassar a polpa e misturar a água? Como se faz uma palavra boa de beber, descendo macia, atingindo todos os pontos num só gole – como? Sim, como um pedaço de chocolate. E espero. A minha vez de sair. Que fiquem na sala. Permaneço ou não na sua vida?
Gostaria de ter lhe dito poucas e boas. Mas alguma coisa aqui dentro em mim mudou. Faz tempo. Faz um ano. Apenas senti vontade de beijar-lhe a boca. Ficar parada escutando tudo. Tudo de ruim em mim. Gosto que as pessoas falem dos meus defeitos na minha cara. E não por trás. Se você tem algo a me dizer, não perca o seu tempo comentando com outras pessoas. Resolva comigo. Sou o seu espelho portátil. Só tenha cuidado para o reflexo não lhe ferir.
Aluguei uns DVD’s. Queria rir. Queria me distrair Queria beijar. Mais ainda não vi nada. Sem tempo. Os dias passam lá fora. E eu aqui dentro. Dentro de um tela LCD.
[ Um dia eu folheei um livro qualquer numa livraria qualquer e achei essa frase: “O beijo é um encantador artifício criado pela natureza para interromper uma conversa quando as palavras se tornam supérfluas.” Ingrid Bergman ].
Queria dizer o quanto eu te adoro. Mas você está distante. Muito distante. E nem o meu olhar de súplica e nem as minhas palavras murmuradas lhe alcançam mais. Você prefere fingir que não ouviu. Ou não leu. O meu mais sincero interesse no relacionamento. E a natureza nossa. Quando as palavras se tornam. Supérfluas. E a natureza nossa, quando. Um impulso se torna. Um desejo se cala. E se contém. Minhas palavras contêm. O quê? Cores? Feições. Nítidas. Eu sonhei que. Você me beijava.
Eu espero. Pelo final. Leio enquanto isso. Assisto ao vídeo que produzo n vezes. Os livros são melhores que os filmes. Que os vídeos. Que eu. Mais conteúdo. E não acaba assim: Chocolate. Um mundo de palavras onde eu mastigo sonhos. Onde eu deslizo me abrindo. Abrindo a boca, mordidas leves. Fechando as janelas. Sentindo o seu corpo no meu. Deslizo por baixo. Acaricio suas costas. Beijo sua virilha. Durmo em forma de colher com você. Um mundo de cortinas onde as camadas se dizem. Me falam. Entre si. Fui olhar as estrelas nos degraus do quintal. Comendo bombons de chocolate…
Qua 25 Nov 2009
Soundtrack: Amazing - Kanye West ft. Young Jeezy
I’m a monster
I’m a killer
I know I’m wrong, yeah
I’m a problem
That’ll never
Ever be solved
And no matter what
You’ll never take that from me
My reign is as far as your eyes can see
Qua 25 Nov 2009
Saudades de dançar com o dedão do seu pé.
Dos seus dias cheios de hits.
Das suas reclamações sobre a vida.
E de como se criam os filhos hoje em dia.
Qua 25 Nov 2009
Nos dias de segunda e quinta eu só cheiro a café. Se você não curte o cheiro desse grãozinho, favor não se aproximar. :p
Cabelos vermelhos e cheiro de café… onde vou parar…
Ter 24 Nov 2009
Hoje eu vou dormir feliz, m. feliz. Por saber que ajudei um amor impossível a se realizar, a se encontrar novamente.
Eu que sempre acreditei, com todas as minhas forças, que amores impossíveis podem se estabelecer, tornarem-se possíveis.
Basta que seja amor. Basta que se tenha fé. Basta que apareça uma única oportunidade e que a agarre com força.
Enfim, estou muito contente por você que me maltrata no orkut e no twitter com aquela foto da Turquia.
Pelo menos uma de nós duas conseguirá beijar e abraçar bem apertado o seu amor não tão mais impossível assim.
Qua 18 Nov 2009
Sonho louco. Em que o fone de ouvido fazia parte do meu corpo. Do meu corpo físico. E passeávamos por uma alameda cheia de cores, flores e borboletas. Como num encanto, os meus pés flutuavam. O vestido branco e verde, não tão longo e nem tão curto, balançava acompanhado ao rebolado do andar e dos cabelos. Os cabelos, agora vermelhos, refletiam a luz que vinha de todos os lados. Não havia um sol. O horizonte parecia infinito. Eu caminhava, caminhava, sem me importar com os lugares onde passava, com a música alta no fone. Dentro de mim. Caminhava como se a minha existência dependesse desses passos largos e dançantes. Como se nada importasse. Nem o destino aonde eu iria chegar. Mas, espere um pouco. Que destino? Existia mesmo um destino? Se tivesse, eu o desconhecia. O que me importava era o caminho flutuante e colorido. Às vezes, eu me lembrava dos que amo e deixei para trás. Deixei pra seguir aquela estrada onde fui parar. Deixei, porque, no momento, queria seguir sozinha. Deixei, porque não queria atrapalhar. E escorria pela minha mente os rostos de todos eles. Cada um e suas vidas. Cada um, gravados em mim. Com seus sorrisos, suas lágrimas, suas lições, seus amores, suas tempestades e suas músicas. Enquanto eu ia me lembrando de um por um e suas particularidades, pequenos pedaços do meu corpo se desfaziam no ar. Soltando-se. Como fragmentos. Como palavras. Como um pó brilhante solto ao vento. Mas não doía. E uma paz imensa começava a me dominar. Através dos meus olhos você poderia observar a imagem de fora, mas nada dentro deles encontraria. Eu estava apenas indo embora. Restando apenas o fone na estrada…
E então, essa seria a minha última transmissão de uma canção.
Soundtrack: The Last Broadcast - Doves
Ter 17 Nov 2009
my name is Luka.
Soundtrack: Luka - Suzanne Vega
Sex 13 Nov 2009
Ter 10 Nov 2009
Há centenas de formas de descrever este momento e achar que mediante a sua forma intacta, ele o foi perfeito. O momento do ‘conhecer’ se concebe perfeito porque sua raiz será sempre terna e memorável. Para cada indivíduo em especial, as histórias singulares do conhecer determina a primeira mediação implacavelmente emotiva, de uma série de outras mediações que serão determinantes para aquele futuro que, continuamente, esperamos que dure para sempre.
Então no melhor da minha imaginação contemplo a possível história de que conheci você na minha infância. Você poderia ter sido filho do casal da casa vizinha onde cresci, você poderia ter sido meu colega de maternal, você poderia ter sido o anjo Gabriel das apresentações de final de ano, você poderia ter sido o primeiro menino a segurar minha mão numa brincadeira de roda e você poderia ter sido o primeiro menino a quem achei lindo. Mas a verdade é que eu gostaria que meu namorado tivesse sido o filho do dono da loja de brinquedos, aquela loja que na nossa infância existia e fazia sucesso. Aquela loja que na época em que a Estrela era campeã de vendas, socorria todo e qualquer brinquedo das crianças que eventualmente se sentiam órfãs.
Ah, meu namorado! Na minha história você seria aquele pequeno menino que sabia todos os segredos dos brinquedos. Que herdaria todo o conhecimento de seu pai, e toda a minúcia do encaixe de peças. Que saberia trazer vida à uma boneca aparentemente morta e que saberia consertar todos os meus sonhos de menina. Você seria aquele menino com quem nunca conversei, com quem nunca troquei um toque, com quem nunca dividi uma lágrima e com quem sem mesmo saber, dividi todos os meus segredos, medos e falhas. Por ser quem você era, o filho do dono da loja de brinquedos, você sempre me conheceu através do que lá na loja eu deixava. Você descobriu através dos estragos em meus brinquedos, todas as metáforas de vida que me faziam estragá-las, danificá-las e até mesmo machucá-las. Você podia não saber como eu brincava, mas você sabia como reconstruir cada pedacinho do meu divertimento.
Talvez naquela época eu nunca soube a maravilhosa pessoa que você era. Naquela época meus brinquedos tinham mais importância ao meu coração que um menino com curvas, mente, ossos e sentimento de verdade poderia ter. E então é assim que eu penso que te conheci na minha infância, e que só o deixei entrar na minha vida depois de terem sido guardados, todos os meus brinquedos.
Ter 10 Nov 2009
o céu igual ao céu de monet “vanilla sky”, o soundtrack israelense e o esmalte vermelho “deixa beijar”.
Soundtrack: Mai Nahar - The Idan Raichel Project
Dom 8 Nov 2009
doce e amargo.
a moça mais triste da festa.
nós dois somos impossíveis juntos.
“tens de provar o amargo para saber quão doce pode ser o doce”.
e o meu Beatle preferido sempre foi o Paul.
Sex 6 Nov 2009
Soundtrack: Te Amo - Alexandre Acha
Qua 4 Nov 2009
na estrada entre Piratini e Pelotas. algo se mexia dentro da caixa na garupa da moto. chegou-se bem perto, então eu pude ver o que era…
Qua 4 Nov 2009
Não sou ligada a convenções, cerimônias ou demonstrações à sociedade sobre a minha vida particular, mas, me senti muito feliz e honrada de ter participado do seu casamento hoje cedo. De saber que eu era uma parte importante e fundamental. Que o meu nome, a minha presença e o meu amor lhe ajudariam a dar um novo rumo à sua vida. Você continua sendo o meu tudo e, agora, com uma aliança na mão esquerda.
E, quem diria, né? Há um ano atrás foi você quem salvou minha vida.
Só para registrar, você lembra do post “Flowers For My Brain”?
Continuo sentindo o mesmo, e sempre mais intenso. Te amo.
[mode on: Julia Roberts] - Hoje em O Casamento do Meu Melhor Amigo.
Ter 3 Nov 2009

eu só vou se você prometer tocar “Só pra o vento” do Ritchie e dançá-la em ritmo de arrocha/bolero comigo.
Soundtrack: Androides Supersônicos
Ter 3 Nov 2009
anestesiada. em alguma parte do chão. do quarto. da alma. por momentos eu escrevo. meu nome. palavras. desconexas. então sentimentos estranhos escrevem. desafiam. entorpecem. o cérebro. o chão. as palavras. o copo de vodka. mais a coca-cola. mais o gelo. mais o sorriso que eu quis lhe dar e guardei pra mim. desse jeito. i want you. all the time. is that so complicated to you understand? but i’m completely tired to explain. all the time. i explained. now i’m bored. i know. when I drink so much, i forget who i am, i just write and suffer. don’t stop. sometimes. in portuguese. sometimes. in english. when i’m thinking of you. não sinto o corpo. todo. ou tenho a sensação que não sinto. só o chão. só essa dor. o chão segura. o corpo e a dor em mim. dor de um pedaço faltando. arrancado a força. partiu de avião. com destino. e o destino eu conheço. o destino e essa dor. familiar. por que eu não consigo controlar? a dor? os pensamentos? o amor? por que existem dois eu’s? um racional. concreto. outro complicado. abstrato. sabe que você me ama. vocês me amam. mas tem as suas vidas. distantes. e eu preciso seguir daqui sozinha. e eu estou em suas mentes. mentes perdidas no espaço. com diamantes e fireflies. mentes perdidas em corpos que se desidratam com cremes de beleza. mentes perdidas que fazem qualquer escolha apenas para esquecer. para não sofrer pelo que não podem ter. mentes que se conectam porque sempre pensam uma na outra. eu quero sempre te ver sorrindo das minhas palavras. sempre me amando. nem que seja num dia estipulado da semana. eu quero você. e você me terá também. assim. perdida. no chão. do quarto. das lembranças. esperando. escorrendo. palavras. amando alguém que não me basta. amando alguém que me basta. o meu próprio eu. mas que eu? se somos duas? a racional pede. pro mundo se explodir. mais um copo de vodka pura. mais frio. menos você. ela se basta. ela pinta. unhas e boca de vermelho. o amor de vermelho. e lhe diz que a sua vida não lhe interessa. é escorregadia. fria. em cima de uma torre. bem alta. se mantém calma. admirando o horizonte. possui asas, mas não sabe voar. uma parte dela foi levada para o sul do país. sem dó. nem piedade. esquecida no açude com peixes devorando-a. ela quis esse destino. de ser devorada no açude. enquanto a outra desmancha-se no piso gelado. no quarto onde mora. onde habitam as memórias. se eu colocar o lençol sobre o meu corpo e rosto, você me esquece? você me enterra em alguma parte da sua mente e passado, enquanto pensa que pode ser bem feliz longe de mim. então num belo dia, você tira a poeira. o lençol. e lá estou eu. intacta. quente. com um olhar doce. à espera de abraços. consigo ver a fome em seus olhos. o quanto me quer. o quanto esse fogo pode derreter a mim. o chão. o chumbo. em volta das minhas reservas e acordos de bem estar. do meu coração. e depois, a realidade vem e congela tudo novamente. o chão retorna ao frio. congela o sangue. com vodka. apenas três copos. bebedeira solitária. sem escândalos. com choro, lembranças, lagriminhas e sono. há 4 dias que não durmo. e há tantos eu’s a minha volta. mas só sinto falta de 1. o que meu pai levou na bagagem. continuo com frases desconexas. as unhas vermelhas atrapalham meu olhar. imagino-as pelas suas costas. a minha boca no seu juízo. e por algum motivo desconhecido, quero lamber o seu umbigo. até você perceber que só será REALMENTE feliz comigo. se me despeço assim, é porque o efeito da bebida e do sono toma conta do meu corpo agora. depois de páginas. rabiscadas. palavras. expelidas. o que posso admitir é que meus eu’s, algum dia, irão se render. se encontrar. talvez em sonhos. talvez em outras estrelas. talvez em outras vidas. ou, simplesmente, quando eu conseguir ver o reflexo deles, todos juntos, no seu olhar.
Seg 2 Nov 2009
Well, how can I forget you, girl?
When there is allways something there to remind me.
always something there to remind me.
I was born to love her, and I’ll never be free
You’ll always be a part of me.
’cause there is always something there to remind me.
always something there to remind me.
always something there to remind me.
Soundtrack: Always Something There To Remind Me - Naked Eyes
Original Video: http://www.youtube.com/watch?v=xoieVS_kQ1s