i am a good girl. he is a bad boy.
i am his personal angel. he is my painter.
his favorite super hero is the superman. and i killed the superman in a mail box.
i love F1 like his best friend. and i will lend him my pink dress to wear his blue shorts.

his color is white. white walls inside the house.
and his hair is long. long hair like mine. we have long legs. too.
he made a puzzle with parts of my body in his mind.
he doesn’t know, but he is the painter of my heart.

i hold him while we fly, and he paints a smile on my sad face.
so we go to change the colors of the clouds… in the sky.

Vim, tanta areia andei
Da lua cheia eu sei
Uma saudade imensa…

Vagando em verso eu vim
Vestido de cetim
Na mão direita, rosas
Vou levar…

Olha a lua mansa…(me leva amor)
Se derramar
Ao luar descansa
Meu caminhar..(amor)
Meu olhar em festa…(me leva amor)
Se fez feliz
Lembrando a seresta
Que um dia eu fiz
(por onde for quero ser seu par)

Já me fiz a guerra…(me leva amor)
Por não saber
Que esta terra encerra
Meu bem-querer…(amor)
E jamais termina
Meu caminhar …(me leva amor)
Só o amor me ensina
Onde vou chegar
(por onde for quero ser seu par)

Rodei de roda, andei
Dança da moda, eu sei
Cansei de ser sozinha…

Verso encantado, usei
Meu namorado é rei
Nas lendas do caminho
Onde andei..

No passo da estrada…(me leva amor)
Só faço andar
Tenho meu amor
Pra me acompanhar..(amor)
Vim de longe léguas
Cantando eu vim…(me leva amor)
Vou, não faço tréguas
Sou mesmo assim
(por onde for quero ser seu par)

Já me fiz a guerra…(me leva amor)
Por não saber
Que esta terra encerra…(amor)
Meu bem-querer
E jamais termina
Meu caminhar…(me leva amor)
Só o amor me ensina
Onde vou chegar
(por onde for quero ser par)

Lá lá lá lá lá lá
Lá la lá lá lá lá….

Andança - Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulinho Tapajós


Soundtrack: Andança - Elis Regina


Soundtrack: Andança - Beth Carvalho

GrMOE1qhUoqupuof1dChWsOKo1 400 - GrMOE1qhUoqupuof1dChWsOKo1 400

Pensei escrever em homenagem ao seu aniversário as baboseiras e as pirraças que fazemos quando nos falamos ou estamos juntos. Pensei em citá-las e descrever como é complexa a nossa relação “familiar”. Enumerar as minhas vontades, desde lhe dar um murro na cara, como a de lhe pôr no colo pra dormir de madrugada. E também a imensidão de nossas manias, assim como os nossos gostos musicais completamente diferentes. Mas pra quê? Você sabe de cor, você me conhece como poucos. Você, que não faz o “roteiro do amor” comigo, e é a pessoa mais chata que conheço. Possui alguns textos antigos, todos seus, neste blog, e briga comigo quando o seu time de futebol preferido perde. Risos.

Mas, meu querido ph, o mais importante que eu tenho a te dizer, é que apesar de tudo, de todos esses espaços de tempo preenchidos, esses espaços de tempo vazios, esses mal entendidos, essas não-vontades, esse brilho no olhar, e todas as nossas palavras não ditas e gestos esquecidos, eu teria vivido tudo igualzinho, todas as minhas desilusões, o meu casamento desfeito, minha loucura do outro lado mundo, se eu tivesse a certeza que eu te encontraria. Daquele mesmo jeitinho. Você, de bengala, se fazendo de desentendido. Você, com cara de santo, me tarando no cinema, perdendo o meu brinco. Você me perdendo, abrindo aquele abismo. Porque você é alguém que eu sinto falta, e que não tenho sentimentos definidos. Alguém que eu quero comigo, na minha vida, conectado. Sempre.

Conectado, eu te desejo do fundo do coração muito mais paciência, sabedoria, sucesso, felicidades, e que lhe falte um pouco de juízo, porque isso você tem demais, e amor, muito muito amor. Ah, que você pare de roubar minhas músicas!

Do seu Jardim.

connected
um com olhar de lobo mau e o tal frango assado rindo à toa. :p

sou sempre essa com “eira e beira” e muito espaço no coração.


Soundtrack: Saturday Night - Suede
(a música que mais amo no dia do meu aniversário.)


Soundtrack: Song for you - Alexi Murdoch

andando e pensando em você debaixo de chuva.
sabe aqueles dias que tudo que se quer é uma cama quentinha, um abraço apertado e nada pra fazer? sim, hoje é um dia assim.

badromance

“i want your love. i want to revenge. you and me could write a bad romance”.


Soundtrack: Writing to Reach You - Travis

“Penso em seis coisas impossíveis antes do café da manhã
Um: tomar uma bebida que me faça diminuir
Dois: comer um bolo que me faça crescer
Três: animais que possam falar
Quatro: um gato que desaparece
Cinco: conhecer um lugar chamado País das Maravilhas
Seis: eu, Alice, posso matar o Jabberwocky”

Alice acorda de um pesadelo e pergunta ao pai se ficou maluca. Ele mede sua febre carinhosamente e dá o diagnóstico: sim. “Mas deixe eu te contar um segredo: as melhores pessoas são”.

Se for para esquentar,
que seja no sol;
Se for pra enganar,
que seja o estômago;
Se for pra chorar,
que se chore de alegria;
Se for pra mentir,
que seja a idade;
Se for pra roubar,
que seja um beijo;
Se for pra perder,
que se perca o medo;
Se for pra cair,
que seja na gandaia;
Se existir guerra,
que seja de travesseiro;
Se existir fome,
que seja de amor;
Se for pra ser feliz,
que seja o tempo todo!

a mensagem de um certo travesseiro do passado. enquanto eu apago todos os e-mails enviados do gmail.


Soundtrack: Sweet 16 - Billy Idol

when he said that i am his “sweet 16″ in my birthday last year…

Então você vai se esgueirando pelas frestas, pelas paredes, pelas janelas dos carros. Você percebe um sinal de esperança pelos retrovisores. Não importa como você veja. Não importa o que lhe digam. Nada vai lhe fazer mudar de ideia. Quando a mudança está latente. Dentro de você. Pulsando dentro de você. Balas e doenças não lhe atingem. Correndo contra flashes de luz e barulhos ensurdecedores nas ruas. Você desvia de passos, de amarguras, de horas atrasadas. Às vezes, tropeça. Quase sempre tropeça. E sua muito. De cabelos molhados. De olhos molhados. Pessoas turvas. Caminhos secos e empoeirados. Ladeira longa e de pedra. Assim como você. Enquanto todo o resto está, graça a Deus, bem longe dos seus tênis.

Você não precisa dessa doença. You don’t.


Soundtrack: Bullets - Editors

If something has to change then it always does
If something has to change then it always does

You don’t need this disease, not right now
No, you don’t need this disease, not right now

Oh you don’t need this disease you don’t (+8)

If something has to give then it always will
If something has to give then it always will

You don’t need this disease, not right now
No, you don’t need this disease
Not right now, no, no, not right now

You don’t need this disease you don’t (+8)

Would you fall down
Would you fall down

Oh you don’t need this disease you don’t (+8)
Won’t fall down

You don’t need this disease you don’t (+8)

então fui diluindo a loucura ao compreender que a nascente de tudo era um caos.
urbano e diurno.
aprendi a velejar pelas calçadas como uma sombra entre sombras sem inventar rastros.
ousei vestir os sapatos da morte e revelar-me ao círculo visceral da existência.
nem fui a insana ou a decrépita humana, apenas despi a coragem e vivi sem pele a lapidação da alma.
perdi o que não era essência, e agora, plena de mim mesmo: não sei, nem sou.

Oh, Sr. Razinza-Borboleta, que dia especial! Dia de escolher uma gravata bem bonita e comemorar com a família. Eu te desejo um aniversário repleto de mágicos acontecimentos, de torta imensa de chocolate, muitos sorrisos nos olhos, carinhos em cada gesto e beijinhos com sabor de brigadeiro, e para não enjoar de muito doce, vamos jogar mais morangos em cima para colorir e enfeitar. Tudo de bom e especial para você, meu querido amigo!

Hora de voltar a fechar as portas e as janelas
Hora de me encerrar dentro de mim
Hora de trancar o sótão, assim como o porão
Hora de se despedir do sol através das frestas
Hora de voltar para a minha interna prisão

Por trás das pilhas de DVD’s e livros, papéis embolados,
encontrei um mapa empoeirado
de um caminho distante até amarelada lua
onde se perdeu, irreparavelmente,
todos os beijos e memórias tuas

Uma entre todas as memórias tuas
era aquela sua mania de deixar no meu pescoço marcas
e quem se deliciava com essas manchas roxas
eram nossos corpos e nossas almas

Um entre todos os beijos teus
ganhou aquele na minha cama perfumada
de rosas e com um cheiro só meu
agarrada no teu corpo por toda madrugada

Se acreditei nas suas meias mentiras
era porque da minha boca só saiam verdades inteiras
e se pequei, por algum momento,
foi por não ter escondido nada, nenhuma besteira

Mas do que adianta remoer as palavras ditas e esquecidas?
se não mudam os fatos, os adeus e nem mais o presente?
o jeito é tramar e destramar as sombras, os sonhos, esta vida
de maneira forte, sensível e inteligente

Ontem eu não estava preparada para me envolver, de novo, em mais uma confusão sentimental. As pessoas têm mania de me colocar nelas, mesmo eu estando desinteressada e distante da situação li-te-ral-men-te. Não necessita ter um grande senso geográfico para sacar a minha distância nisso. Apenas saber que eu estou aqui na América do Sul e ele no continente Europeu/Asiático. Cansei de ser o assunto do dia pra aquelas pessoas que um dia valem à pena, e no outro, eram só paisagem. Cansei de querer e não poder. De não ter a palavra-chave: reciprocidade. Cansei de amar e não poder amar. Viver um amor na esquina do mundo. Sem direito a toques, a cheiros, a imperfeições e a beijos eternos de 30 minutos. Mandei tudo às favas, e disse vá pastar (leia-se: “a better solution for your life: delete me from all your accounts”). Veja se me encontra em outra esquina do mundo. Quando eu conseguir ter esquecido todas as promessas trôpegas e os momentos doces.

Depois eu terminei tendo uma briga feia com um anjo que se veste de diabinho. E têm dias que ele é um diabinho mesmo, me atormenta até ele pensar que sou eu quem perde. Mas, na verdade, nós dois ganhamos mais e mais laços afetivos. Logo depois, recebi uma notícia que tirou o resto das cores da tarde, o mundo fez-se em branco e preto e já não restava mais nada, apenas à melancolia. Então, resolvi sair do trabalho e fazer o meu programa preferido, ir ao cinema sozinha. Escolhi o filme pelo gênero e título, já que comédias românticas sempre trazem respostas para as minhas dúvidas existenciais. E lá estava eu , com minha pipoquinha, me divertindo com o resto do público, assistindo um filme de história e trilha sonora deliciosas, parecendo que foi feito pra mim. Porque tive direito a respostas esperadas, a bandas adoradas e a papagaio em todo o roteiro.

Sabe, eu continuo aprendendo a encerrar ciclos. Fechar as janelas. Deletar as fotos do blog. Desativar a webcam. Ou simplesmente apagar a luz, sem o costumeiro ”Boa noite”. A dor da perda é uma das dores mais complicadas de se conviver. Mas ela é necessária para o nosso crescimento emocional, para o nosso amadurecimento, para o nosso aprendizado de como a vida funciona. Mesmo ela fodendo por dentro, destruindo-nos em mil pedacinhos pra depois esmagar. A perda é um dos fatores decisivos de como continuar a nossa própria história. Pois criamos coragem para vencer alguns medos e restabelecer nossa auto-estima e autoconfiança. Uma das frases interessantes do filme foi a “quando uma coisa acaba é porque outra está para começar”. E é assim que devemos seguir a nossa vida. Em momentos ganhando, em outros momentos perdendo. Ou vivendo intensamente com o que temos em nossas mãos.

Sai do cinema com passos e pensamentos flutuantes. E encontrei o “Sr. Inusitado” sentado me esperando. Parei na sua frente, abri um imenso sorriso, segurei na sua mão e perguntei “E então? Para onde vamos?”.


Soundtrack: IO (This Time Around) - Helen Stellar

This time around, x 4

You can be anyone,
This time around,
This love of ours,

This time around, x2

You can be anyone, x4

Bem lembrado.

Se eu pudesse te definir com uma única palavra, eu te chamaria de “inusitado”. Daquelas pessoas que aparecem do nada em nossa vida. Quando a gente não espera mais nada. Não acredita em mais nada. E de repente começa aquele papo direto e objetivo, sem muitas ondulações na voz. A gente senta e desabafa com o olhar franco. E ao terminar a conversa, estão os dois lá, com cara de bobos, pensando que se conhece há anos, e encantados um com o outro de alguma forma. Eu sei que eu tenho um gênio do cão. Sou complicada. Apaixonada. Evasiva. Independente. Tudo isso sempre. Até demais. Percebo pelos seus olhos que você procura respostas nos meus o tempo inteiro. E mesmo que não acredite, eu, simplesmente, não sei o que te falar. Eu não as tenho. Gostaria de tê-las prontas. Porque se tem uma pessoa que merece por respostas imediatas e corações puros, essa pessoa é você. Você, com seu olhar também castanho, me faz ficar molinha, me enternece. Quando lhe abraço consigo esquecer o mundo lá fora. Eu sei que não está sendo fácil. Mas, pela primeira vez, eu gostaria de seguir dando um passo de cada vez, devagar e sem pular nenhuma etapa, querido Sr. Inusitado.

markdarcy


Soundtrack: Love is Dead - Brett Anderson

Em resposta a poesia que ganhei de presente:

Podes ver o trágico cenário
Pintado em um lago castanho não-claro
Com a cor de madeira de lei escurecida
Pelo tempo e pela saudade

O que existe dentro dele
Não são encontros ou distâncias
São multidões e abismos
A semiótica não explicaria, não exemplificaria
Vários eu’s nos seus lugares devidos

Se me espreita através do meu insondável espelho
Só poderá sonhar, esquecer
E imaginar o turvo reflexo
Das minhas emoções e agonias

Como se espiasse a janela de uma casa
Como uma lenta e breve tarde passa
Numa rua que vês todos os dias.


Soundtrack: Hearing Damage - Thom Yorke

“And you can do no wrong
In my eyes”

Sonho, sonho que o mar, aquele mar me encerra.
Que as multidões me levam na euforia
E me afogam no desespero
E eu me perco sempre
Te seguindo em direção ao sol.

Coisas de solidão e infinito
E me aflijo
Porque ao tentar alcançar os seus braços
Eles se despedaçam
E eu só consigo beijar o pó.

brunoandme

…don’t ask!

Estou chegando aí.
Não venha.
Como?
Eu não te quero aqui, vou ficar vazia, sozinha de costas viradas.
Mas eu não consigo mais.
Nem eu.
O que faremos?
Me deixe ir. Senão eu viro as costas.
Somos dois fudidos (fundidos?).
Somos, mas nunca ninguém sorriu tão lindo enquanto eu descrevia um beijo no telefone.
Isso dará certo?
A D. diz que sim, a Flor está quieta, a Sumários acha que não e J. acha impossível que eu deveria esquecer, você imagina como elas são.
Sim, lasanha, brigadeiro, pizza e cerveja.
Eu não te amo hoje.
Que pena, eu te amo desde ontem.


“Eu nunca fui uma moça bem-comportada. Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida, pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido sem soluços. Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo.
(…) Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta. Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. Eu sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar…. Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis, em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente. Acredito em coisas sinceramente compartilhadas. Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma, no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo. Eu acredito em profundidades. E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos. São eles que me dão a dimensão do que sou.”

Raquel de Queiroz

Foto antiga, há um ano atrás, e um texto que parece meu, minha descrição.

Num mundo indiferente e sem formas,
uma obsessão inacabada,
emergindo de uma pálida significação,
se alinhava em meu espírito
em busca d’uma imagem pura:

Duas mãos aquecidas
Duas bocas unidas.

agora sim o ano começa, agora sim começa o ano.

ouço o vai-e-vem das ondas do mar.
piso na areia molhada e deixo seu frescor invadir minha alma.
respiro fundo, inspiro o odor salgado penetrante, expiro paz e tranquilidade…
sinto o vento forte bater em meu corpo, levantar meus cabelos e desperto para a vida.
caminho, penso e exteriorizo para mim mesmo todo e qualquer sentimento angustiante…

agora, retorno a superfície, a realidade.
enfrento a vida de peito aberto, lanço mão de toda a pujança interior, naturalmente energizada, em busca de um objetivo maior.

entre o sonho e a realidade eu te encontro.
encontro-te e permaneço na minha cama, rolando de um lado para o outro, sonhando com seus beijos de mel.
ansiando pelo dia que me tomará em seus braços e irá passear comigo pelo céu.
tive um sonho de nuvem: depois de virar chuva, me condensei e me tornei cubos de gelo. já pensou? vou ficar bonita, fria, pequena e condensada. Risos.
agora, sem brincadeira, vem amor… aparece pra mim! e me torna a mulher/nuvem mais feliz do planeta.

Gostaria que esta mensagem
Não fosse tão sofrida,
Mas como não seria?
Longe da sua cidade, longe do teu país,
Longe do teu solo, longe dos teus esquecidos caminhos.
O destino é esquisito, amigo.
Eu sinto muito dele ter nos unido
Em um dos seus piores momentos.
Mas glamuroso e caloroso é o tempo.
Ele nos ampara, nos dá forças.
O tempo é mudança.
Levanta a cabeça, avança.
Sob a sombra do desespero.
Mesmo o amor ausente, sempre
Torna-se presente no coração da esperança.
Hoje é amanhã e é ontem.
Pensa que o amor é eterno.
Instrumento da felicidade e da dor.
O céu para poucos foi criado
E para quase todos há o inferno.
Se te conforta o meu abraço,
Braços prontos lhe aguardam.
Se pudesse lhe dar o amor,
Amor impossível que guardo no peito,
Você o teria.
Imagino o que está passando
Chão desfeito, gosto amargo na boca.
Mas olha pra frente poeta e professor.
Declama as suas despedidas
A minha, a sua, ao vento e a ele, o amor.
Leva o meu carinho em sua partida.
Não importa como e quando tudo acaba.
O que importa é a intensidade
A qual a sua história foi vivida.


Soundtrack: Vivir Sin Aire - Maná

undiscloseddesires


Soundtrack: Marca de Amor Não Sai (Is It Ok If I Call You Mine) - Sylvia Patrícia

Existe alguém que quer amar
Só pra escutar
Você dizer vem cá
E eu sei que vai ser demais
Me ligue que eu vou
Ohuoh oh oh oh oh

Se eu esqueço até
Pra onde tudo vai
Se você me abraça um pouco mais
Se o oposto atrai
Oh baby marca de amor não sai
E eu adoro como você faz
Mil vezes eu vou
Oh oh oh

O que eu tento lhe dizer
É que sempre vai valer
É só voltar o filme todo dia
Pra lembrar de você

Se por aí eu ouço seu nome
Ou parece que sim
Quase em todo lugar
Que eu penso em ir
Até nos livros que eu lí
Mais nada me importa
Não sei o que acontece comigo
Se você não vem
Nem quero ver se faz sentido também
Oh, baby
Eu sei que vou
Oh uo uoouou

O que eu tento lhe dizer
É que sempre vai valer
É só voltar o filme todo dia
Pra lembrar de você

Show do lado da minha casa. :) Tenho ótimos vizinhos!
Dia 02.02.2010 - Dia de Iemanjá

Quer saber quantos paus se faz uma canoa?
Bem, isso eu não sei te responder. E muito menos sobre a vida dos outros.
Já a minha…
É só perguntar que eu respondo em: http://www.formspring.me/musalouca.

acaba logo janeiro.
acaba de uma vez esse verão. esse calor.
já não aguento mais essa sensação.
presente em todos os meus dias.
tento me manter sã,
mas até um simples toque me desespera.
ter de admirar o horizonte
com o olhar perdido em terras distantes.
ter de viver todos aqueles rituais novamente
sem poder sonhar que o carrego na minha mochila
e na minha mente.

estou cansada de navegar
por um único e solitário mar
com nomes diversos.

do you remember that lyric? that song? it’s a piece of me:
“Got up early, found something’s missing
my only name.
No one else sees but I got stuck,
and soon forever came.
Stopped pushing on for just a second,
then nothing’s changed.
Who am I this time, where’s my name
I guess it crept away.

No one’s calling for me at the door.
And unpredictable won’t bother anymore.
And silently gets harder to ignore.
Look straight ahead, there’s nothing left to see.
What’s done is done, this life has got it’s hold on me.
Just let it go, what now can never be.

I forgot that I might see,
So many beautful things.
I forgot that I might need,
to find out what life could bring.

Take this happy ending away, it’s all the same.
God won’t waste this simplicity on possibility.
Get me up, wake me up, dreams are filling
this trace of blame.
Frozen still I thought I could stop,
now who’s gonna wait.

No one’s calling for me at the door.
and unpredictable won’t bother anymore.
and silently gets harder to ignore.
look straight ahead, there’s nothing left to see.
what’s done is done, this life has got it’s hold on me.
just let it go, what now can never be.

Now what do I do
can I change my mind
did I think things through

It was once my life - it was my life at one time.”

Andain - Beautiful Things (DJ Tiesto Remix)

ilostyou - ilostyou

A impulsividade é uma das suas características mais marcantes. Coisa que não se encontra por aí dependurada nas bibocas e nem nos camelôs da cidade. Ela acorda e brinca de viver. Balança os braços, sacode a poeira estelar do corpo e sai para ver o dia. Se estiver ensolarado, ela brilha mais forte refletindo a própria luz e a do sol. Refresca-se nas sombras. Se o tempo estiver nublado, ela espera a chuva cair. Adora a sensação dos pingos gelados na pele quente. Anda pelas ruas fazendo cálculos e pinta formas geométricas em quadro mentais. Se inscreve para um MBA em Dubai, sem pensar na grana.
Gosta de ser criança quase o tempo inteiro. Sem dores e compromissos. Senta e brinca de boneca com sua afilhada de 5 anos. Depois desenha planetas e dragões de asas com estampa de sofá para colar nas portas do guarda-roupa. Assisti filmes assustadores de monstros (não os dentro de si) e fadas madrinhas (qualquer semelhança é mera coincidência com ela). Nada no mar com seu afilhado de 12 anos. Bóiam juntos. Ele deitado por cima do corpo dela. E permanecem assim até que uma onda enorme venha e destrua o mega-navio. Sabe cantar músicas infantis e de ninar de cor. Canta pro filho-papagaio todo entardecer. E assobia muito pra ele, tanto que ele já aprendeu o tema do filme Indiana Jones. Transborda-se de sentimentos pelos seus amigos, mas, infelizmente ela ainda não aprendeu a se multiplicar por duas, pelo menos, para atender as demandas deles. Principalmente quando todos resolvem marcar tudo no mesmo final de semana. Planta sementes-paixões através dos lábios. Através dos beijos. Suspira por suavidades e cheiros.
Qualquer motivo vira alegria em volta do seu espírito triste e encabulado. Ele quer ser feliz, só que prefere ficar trancado. Em uma linda torre de Paris. Mesmo enfrentado montanhas e planícies, bons e maus tempos, beleza/destruição e riqueza/pobreza nas paisagens. Trilha vários caminhos quando retorna para casa. Dia-a-dia desenvolve listas de atividades para não pensar em você. Assim que são concluídas, as folhas vão caindo ao chão. Jogadas ao relento. Não se preocupa em limpar. O vento se encarrega de levá-las até você. Para que saiba das horas dela e se encante por ela ser tão comum e singular como nenhuma outra que conhecestes.
Na maior parte do tempo conecta a mente em diferentes mundos. Em cada lugar possui um avatar. E ao desplugar dele quando acorda e ou quando a conexão falha, ela segue sozinha por cada vida paralela na qual acredita se chamar de “sonho”.


Soundtrack and Run Lulu Run: Use Somebody - Kings of Leon


Movie: Where The Wild Things Are (Onde Vivem os Monstros)

Na despedida de Carol dentro do barco, eu me desmanchei de tanto chorar.
Lindo. Lindo. Lindo.
Eu me enxerguei em cada monstro. Vários monstros dentro de mim.

Poucas coisas destroem tanto os cabelos destreinados quanto o vento de verão que bate de tarde no bairro.
Há tempos que as emoções não assaltam enquanto se deixa.
Há tempos o som que se escuta é tocado em um instrumento de uma só corda desafinada.
Há tempos que as noites diminuem de tamanho…
É verão!

- Próxima Página »